A

Afélio

 

É a posição de maior afastamento ao Sol de qualquer corpo na sua órbita. Oposto de periélio.

afelio2

Aglomerado estelar

 

aglomeradoaberto

aglomeradoglobular

Os aglomerados ou enxames estelares são sistemas contendo um grande número de estrelas unidas por um campo gravitacional comum.
Estas estrelas têm uma origem comum na fragmentação de uma nuvem molecular gigante.

Classificam-se em dois tipos:

  • Aglomerados abertos - são conjuntos pouco compactos da ordem das dezenas a centenas de estrelas jovens. Não têm forma bem definida e localizam-se nos discos das galáxias;
  • Aglomerados globulares - são conjuntos compactos contendo milhões de estrelas. Têm forma aproximadamente esférica e localizam-se em torno das galáxias. Contêm as estrelas mais velhas das galáxias.

 

Albedo

 

albedo2

Razão entre a radiação refletida e a radiação incidente. É o poder de reflexão de uma superfície.

Encélado, uma lua de Saturno, tem um dos mais altos albedos conhecidos de todos os corpos do Sistema Solar, com 99% de radiação refletida. O albedo da Lua é cerca de 12%, mas é direcional, não havendo espalhamento da luz.

 

Analema

 

analema

Analema é a figura que se obtém marcando a posição aparente do Sol no céu ao longo do ano a uma mesma hora.
Esta figura ilustra a diferença entre o "tempo solar" e o "tempo civil".

 

Andrómeda

 

andromeda

Visível a olho nu, aparece como um mancha luminosa ovalada na constelação de Andrómeda.
É uma galáxia espiral com uma massa estimada em 2 a 3 vezes a da Via Láctea e encontra-se a, aproximadamente, 2,1 milhões de anos-luz da Terra.
A Galáxia de Andrómeda, a Via Láctea, e outras galáxias pertencem a um aglomerado chamado Grupo Local.

 

Ano-luz

 

É a distância percorrida pela luz no vácuo num ano juliano (365,25 dias | 9.460.730.472.580,8 km | 63.241,1 UA).

anoluz

Apex - Ápice solar

 

 apex

O ponto na esfera celeste em direção ao qual o sol e o sistema solar se movem relativamente às estrelas fixas.

O Sol descreve uma órbita em torno do centro galático com um período orbital de aproximadamente 225 milhões de anos. Em relação ao referencial de repouso local, ou seja, desconsiderando-se o movimento do Sol e de todas as outras estrelas ao redor do centro galático, o Sol e o Sistema Solar movem-se em direção a um ponto na esfera celeste designado por ápice (ou ápex) solar . Este ponto situa-se entre as constelações de Hércules e Lira.

 

 

Apogeu

 

orbita lua

Apogeu e perigeu designam a maior distância (apogeu) e a menor distância (perigeu) de um corpo celeste em relação ao planeta Terra.

 

Astrolábio

 

astrolabio2

O astrolábio é um instrumento usado no passado para medir a altura dos astros acima do horizonte.

É um disco mantido na vertical com uma mira, a medeclina, que apontada para uma astro permite determinar a sua altura. Em Portugal o astrolábio náutico foi um instrumento imprescindível para os navegadores da época das Descobertas. Era, então, utilizado para medir, essencialmente, a altura da Estrela Polar ou a do Sol ao meio-dia, o que permitia a obtenção da latitude.

 

Aurora polar

 

auroraSão luzes brilhantes observadas no céu, produzidas pela interação do vento solar com as camadas altas da atmosfera.
No hemisfério norte é conhecida como aurora boreal e no hemisfério sul como aurora austral.

Fenómenos semelhantes já foram observados noutros planetas do sistema solar como Júpiter, Saturno, Marte e Vénus.

B

Big Bang

 

É o modelo mais aceite que explica o desenvolvimento do universo desde a sua origem.

Há cerca de 13,7 mil milhões de anos a matéria do Universo estava compactada num estado extremamente denso e quente. A partir desse momento passou a expandir-se continuamente.

800px CMB Timeline300 no WMAP

Bode, Lei de

 

Lei Titius Bode

A lei de Titius-Bode é uma regra empírica que prevê a distância dos planetas ao Sol. A relação foi proposta pela primeira vez por Johann Daniel Titius, em 1766, e foi publicada por Johann Elert Bode em 1772. A lei estabelece que adicionando 4 à sequência numérica 0, 3, 6, 12, 24, 48, 96, 192 … (em que um novo número, a partir do segundo, é o dobro do número anterior) e os resultados divididos por 10 para formar a sucessão 0,4; 0,7; 1,0; 1,6; 2,8; 5,2; 10,0; 19,6; 38,8 … obtêm-se as distâncias médias dos planetas ao Sol, em Unidades Astronómicas – ua.

 

Buraco Negro

 

buraconegroObjeto celeste muito compacto, de enorme densidade e massa concentrado num espaço pequeno.
Um corpo que se aproxime do horizonte de acontecimentos (onde a velocidade de fuga supera a da luz) é engolido pela enorme gravidade do buraco negro.

Os buracos negros resultam da morte de estrelas muito massivas (superior a oito vezes a massa do Sol). Quando no interior da estrela param as reacções nucleares, dá-se uma explosão que resulta no colapso gravitacional da matéria e o aparecimento do buraco negro.

C

Cintura de Asteróides

 

asteroides

Região do Sistema Solar compreendida aproximadamente entre as órbitas de Marte e Júpiter.
É constituída por fragmentos rochosos sendo Ceres o maior e o único planeta anão da cintura, com um diâmetro de 950 km.
Mais da metade da massa total da cintura está contida nos quatro objetos de maior tamanho: Ceres, Vesta, Palas e Hígia. Ceres, o maior e o único planeta anão do cinturão, possui um diâmetro de 950 km e tem o dobro do tamanho do segundo maior objeto. Contudo, a maioria de corpos que compõem o cinturão são muito menores. O material do cinturão, apenas cerca de 4% da massa da Lua.

 

Cometa

 

cometa

É um corpo menor do sistema solar que quando se aproxima do Sol passa a exibir uma atmosfera difusa, denominada coma, e em alguns casos apresenta também uma cauda, ambas causadas pelos efeitos da radiação solar e dos ventos solares sobre o núcleo cometário. Os núcleos cometários são compostos de gelo, poeira e pequenos fragmentos rochosos, variando em tamanho de algumas centenas de metros até dezenas de quilómetros.

 

Configurações Planetárias

 

As várias configurações planetárias dependem das diferentes combinações entre a posição do Planeta relativamente à Terra e ao Sol.

configplanetas

Configurações de um planeta inferior

  • conjunção inferior: o planeta está na mesma direção do Sol, mais próximo da Terra do que o Sol.
  • conjunção superior: o planeta está na mesma direção do Sol, mais longe da Terra do que o Sol.
  • elongação máxima ocidental: o planeta está a oeste do Sol (nascimento e ocaso antes do Sol). É visível ao amanhecer, no lado leste do céu.
  • elongação máxima oriental: planeta está a leste do Sol (nascimento e ocaso depois do Sol). É visível ao anoitecer, no lado oeste do céu.

Configurações de um planeta superior

  • conjunção: o planeta está na mesma direção do Sol, mais longe da Terra do que do Sol.
  • oposição: o planeta está na direção oposta ao Sol. O planeta é visível no céu durante toda a noite.
Constelação

 

constelacoes


É uma área definida da esfera celeste.

Essas áreas são agrupadas em torno de asterismos, padrões formados por agrupamentos aparentes de estrelas. Estas figuras foram desde a antiguidade interpretados como figuras de divindades, pessoas, animais ou objetos.

Nomes das constelações

 

Coroa

 

sol

No Sol são consideradas, em geral, seis camadas. Do centro para fora, temos o núcleo, a zona radiativa, a zona convectiva, a fotosfera, a cromosfera e a coroa.
A cromosfera e a coroa são como que a “atmosfera” solar, logo acima da camada visível, a fotosfera. A coroa é constituída por um plasma muito difuso e, estranhamente, muito quente – cerca de 2 milhões de graus Celsius!

 

Cosmologia

 

cosmologia

Ramo da Astronomia que investiga a estrutura, evolução e composição do universo e que pretende estudar o comportamento global do Universo.
Ao contrário da astrofísica que estuda as propriedades e estruturas dos objetos celestes, a cosmologia analisa o Universo como um todo.

 

Cromosfera

 

sol

No Sol são consideradas, em geral, seis camadas. Do centro para fora, temos o núcleo, a zona radiativa, a zona convectiva, a fotosfera, a cromosfera e a coroa.
A cromosfera e a coroa são como que a “atmosfera” solar, logo acima da camada visível, a fotosfera. A coroa é constituída por um plasma muito difuso e, estranhamente, muito quente – cerca de 2 milhões de graus Celsius!

 

D

Deimos

 

deimos

É a menor das duas luas de Marte. De forma irregular, tem o diâmetro médio de cerca de 12 km. É menos massivo que a outra lua, Fobos.

 

Dia

 

 

dianoite

Período de rotação do planeta. Pode ser medido tanto em relação às estrelas (dia sideral) quanto ao Sol (dia solar).

O Dia Solar e o Dia Sideral são diferentes pois enquanto a Terra gira em torno do seu eixo move-se na sua órbita em torno do Sol no mesmo sentido e para que o Sol volte a assumir a mesma posição no céu depois de uma rotação completa da Terra, serão necessários mais alguns minutos.

Dia sideral : 23h 56m 04,090 53 s    /     Dia solar médio: 24h 03m 56,555 37 s (Tempo sideral)

 

Disco de acreção

 

Disco

É uma estrutura formada por matéria e gás em movimento orbital em torno de um corpo central como uma estrela jovem, uma proto-estrela, uma anã branca, uma estrela de neutrões ou um buraco negro.

 

Divisão de Cassini

 

cassini 2

A maior lacuna no sistema de anéis de Saturno entre o anel A e B, detetada por Giovanni Cassini.

Neste espaço as partículas são removidas pelo efeito gravitacional de "limpeza" da lua Mimas.

 

E

Eclipse

 

eclipsesolar

eclipse da lua

Resultado da passagem de um objeto celeste pela sombra de outro.

Eclipse solar: quando a Lua se interpõe entre a Terra e o Sol.

Eclipse lunar: quando a Lua é ocultada totalmente ou parcialmente pela sombra da Terra.

 

Eclíptica

 

ecliptica

A órbita aparente do Sol na Esfera Celeste chama-se eclíptica.

O plano de Eclíptica incluiu a órbita da Terra. Este plano tem uma inclinação de aproximadamente 23,5º relativamente ao plano do Equador terrestre.

 

Encelado

 

enceladoCom um diâmetro a rondar os 500 km é constituída por um núcleo rochoso e coberta por uma camada de gelo.

 

A camada de gelo cobre um oceano global de água líquida que conterá moléculas orgânicas. É por isso muito estudado por reunir condições para a presença de vida.

Erupções solares / Ejeções coronais de massa

 

ejecaosolarAs erupções solares normalmente acompanham as grandes ejeções coronais de massa (ECM). São ejeções de partículas de altas energias, que ocorrem na coroa solar. Quando atingem a Terra, a magnetosfera do planeta desvia a maior parte da radiação, mas uma parte pode chegar à atmosfera superior da Terra, causando tempestades geomagnéticas que podem alterar o funcionamento dos satélites de comunicação e sistema de posicionamento Global (GPS), assim como as redes de distribuição elétrica.

Esfera celeste

 

Coordinate celesti anteprima

O céu noturno aparece a um observador como um manto esférico que envolve a Terra, no qual estão os astros, sem qualquer perceção das respetivas distâncias.
Esta esfera imaginária com um raio arbitrário, centrada na Terra é denominada a esfera celeste. Todos os objetos visíveis no céu são representados como projeções nesta esfera.

O modelo de esfera celeste é muito pratico para mapear o céu pois as posições dos vários objetos no céu podem ser quantificadas construindo um sistema de coordenadas celeste.

Evolução estelar

 

Sequência de mudanças que as estrelas sofrem durante seu tempo de vida. O tipo de transformações e estádio final depende fortemente da massa de cada estrela.

evolestelar2

F

Fácula

 

faculasZonas brilhantes que aparecem na fotosfera solar.

O surgimento de uma fácula precede, em geral, o aparecimento de uma mancha solar.

As faculas solares são células de convecção de vida curta, com vários milhares de quilômetros de extensão, que constantemente se formam e se dissipam. As faculas são produzidas por concentrações de linhas de campo magnético.

Fases da Lua

 

As fases da Lua correspondem aos diferentes aspetos com que esta se apresenta à medida que se desloca na sua órbita. O intervalo de tempo que a Lua gasta para completar uma volta completa em torno do centro de massa do sistema Terra-Lua, em relação ao referencial das estrelas, é chamado de período sideral: 27 dias, 7 horas, 43 minutos e 12 segundos. Já, o intervalo de tempo entre duas fases iguais sucessivas (p. ex. duas fases cheias) é denominado período sinódico ou, simplesmente, lunação. Uma lunação dura 29 dias, 12 h, 44 min e 3 s.

crescente Quarto crescente: a Lua está com a metade de seu hemisfério iluminado voltada para a Terra. 
cheia

Lua Cheia: toda a sua parte iluminada está voltada para a Terra.

minguante Quarto minguante: a Lua está com a outra metade de seu hemisfério iluminado voltada para a Terra.
nova Lua Nova: A sua parte não iluminada pelo Sol fica voltada para a Terra.

As parte iluminada da Lua que se observa da Terra varia de modo contínuo e cada fase corresponde a um momento preciso. Assim, a denominação “Lua crescente” é usada para representar o aspeto lunar entre as fases
Nova e Cheia e “Lua minguante” entre as fases cheia e nova.

Fobos

 

fobosÉ a maior das duas luas de Marte.De forma irregular, tem um diâmetro médio de cerca de 22 km.

 É 7,4 vezes mais massivo que a outra lua, Deimos. 

Fotosfera

 

sol

No Sol são consideradas, em geral, em seis camadas. Do centro para fora, temos o núcleo, a zona radiativa, a zona convectiva, a fotosfera, a cromosfera e a coroa.
A fotosfera é a superfície visível do Sol com uma temperatura a rondar os 6000 K. É nesta camada que nos períodos de maior atividade solar ocorrem manchas e erupções solares.

 

G

Galáxia

 

galaxiaanimSistema ligado por gravidade contendo quantidades variadas de estrelas, nuvens de gás e poeira interestelares. Um outro componente, a matéria escura, poderá corresponder a 90% da massa total da maioria das galáxias. Os centros galáticos serão constituídos por buracos negros supermassivos.

 Habitualmwente são classificadas de acordo com a sua forma: espirais, elípticas ou irregulares.

nearby galaxies planet earth

 

Ganimedes

 

É um satélite de Júpiter e o maior do Sistema Solar, com mais de 5000 km de diâmetro. Ganimedes é uma das quatro luas, descobertas, em 1610, por Galileo Galilei (Europa, Ganímedes, Io e Calisto).

ganimedesComparação de diâmetros

Geocentrismo

 

Do ponto de vista terrestre (visão geocêntrica), o Sol, a Lua e os planetas apresentam movimentos anuais aparentemente em torno da Terra. Daí a origem do modelo geocêntrico, que tentou explicar os movimentos desses astros errantes deslocando-se em torno de uma Terra imóvel. O geocentrismo perdurou até surgir o heliocentrismo, que explicava de forma mais simples os movimentos peculiares dos planetas que periodicamente pareciam retroceder a sua trajetória de oeste para leste.

Foi o  astrónomo grego Cláudio Ptolomeu, no século II d.C., que apresentou um modelo geocêntrico  eficiente para explicar o movimento dos corpos celestes. Como este modelo previa de forma relativamente correta a posição dos planetas e se ajustava perfeitamente aos dogmas religiosos, manteve-se em vigor até ao século XVI.   Nessa altura surge Nicolau Copérnico que propõe um modelo mais simples em substituição do modelo Ptolomaico. Foi o triunfo do modelo atualL que considera o Sol em repouso e os planetas na sua órbita. O modelo heliocêntrico sofreu muita oposição por contrapor os dogmas religiosos da época. Mas com as contribuições de Galileu, Kepler, e outros, a teoria geocêntrica foi sendo substituída pela teoria heliocêntrica.

 

Grandeza

 

 grandeza
       

Grandeza aparente (habitualmente designada por m)

Hiparcus estabeleceu uma relação entre a grandeza de uma estrela, à qual associou um número, e o brilho dessa mesma estrela. Nesta relação quanto maior é o brilho da estrela menor é o número que representa a sua grandeza.

Pogson refinou, em 1856, esta escala de grandezas e objetivou-a através de uma fórmula matemática que reflete os seguintes factos: a escala de grandezas é aproximadamente logarítmica; a energia recebida de uma estrela de grandeza 1 é cerca de 100 vezes superior à energia recebida de uma estrela de grandeza 6.

m−n=−2,5log(bm/bn)

A equação de Pogson relaciona a diferença entre grandezas aparentes de duas estrelas, m e n, com a razão entre os seus brilhos, bm e bn.

Obs.: log representa a função logarítmica de base 10.

 

                   

 

Grandeza bolométrica

É a grandeza que corresponde à totalidade da energia emitida pela estrela, não apenas numa determinada banda de comprimentos de onda.

Grandeza absoluta (habitualmente designada por M)

A grandeza absoluta de uma estrela é a grandeza aparente que essa estrela teria se estivesse a uma distância de 10 pc do observador.

Grupo Local

 

grupolocalÉ um grupo composto por cerca de cinco dezenas de galáxias que inclui a nossa Galáxia, a Galáxia de Andrómeda e galáxias anãs.
O centro gravitacional está localizado entre a Via Láctea e a Galáxia de Andrômeda.

O Grupo Local estende-se por aproximadamente 10 milhões de anos-luz.

Os dois membros mais massivos do grupo, a Via-Láctea e a Galáxia de Andrómeda, têm várias galáxias satélites.

O sistema da Via Láctea abrange: Anã de Sagittarius, Grande Nuvem de Magalhães, Pequena Nuvem de Magalhães, Anã de Canis Major, Anã da Ursa Minor, Anã de Draco, Anã de Carina, Anã de Sextans, Anã de Sculptor, Anã de Fornax, Leo I, Leo II e Anã da Ursa Major.
O sistema da Galáxia de Andrómeda abrange: M32, M110, NGC 147, NGC 185, Andrómeda I, Andrómeda II, Andrómeda III, Andrómeda IV, Andrómeda V, Anã de Pegasus, Anã de Cassiopéia, etc.

A Galáxia do Triângulo, a terceira maior galáxia, apenas tem uma galáxia satélite.

 

H

Halley, Cometa de

 

Edmond Halley verificou que os cometas que apareceram em 1531, 1607 e 1682 eram o mesmo. Concluiu, ainda, que descrevia uma órbita a cada 76 anos, prevendo o seu retorno em 1758.
Na realidade este cometa foi visto muitas vezes, sendo o primeiro registo conhecido do ano de 240 A.C.

halley

As últimas passagens foram em 1910 e 1986. Destas a de 1910, devido à proximidade da passagem, foi espetacular, podendo ser visto mesmo de dia!

Heliocentrismo

 

Do ponto de vista terrestre (visão geocêntrica), o Sol, a Lua e os planetas apresentam movimentos anuais aparentemente em torno da Terra. Daí a origem do modelo geocêntrico, que tentou explicar os movimentos desses astros errantes deslocando-se em torno de uma Terra imóvel. O geocentrismo perdurou até surgir o heliocentrismo, que explicava de forma mais simples os movimentos peculiares dos planetas que periodicamente pareciam retroceder a sua trajetória de oeste para leste.

Foi o  astrónomo grego Cláudio Ptolomeu, no século II d.C., que apresentou um modelo geocêntrico  eficiente para explicar o movimento dos corpos celestes. Como este modelo previa de forma relativamente correta a posição dos planetas e se ajustava perfeitamente aos dogmas religiosos, manteve-se em vigor até ao século XVI.   Nessa altura surge Nicolau Copérnico que propõe um modelo mais simples em substituição do modelo Ptolomaico. Foi o triunfo do modelo atualL que considera o Sol em repouso e os planetas na sua órbita. O modelo heliocêntrico sofreu muita oposição por contrapor os dogmas religiosos da época. Mas com as contribuições de Galileu, Kepler, e outros, a teoria geocêntrica foi sendo substituída pela teoria heliocêntrica.

 

Hertzsprung-Russel, Diagrama

 

Gráfico desenvolvido independentemente por Ejnar Hertzsprung, em 1911, e Henry Norris Russell, em 1913, que relaciona o brilho das estrelas com a sua temperatura. Nestes diagramas a maioria das estrelas estão sobre uma grande diagonal, denominada sequência principal, que vai das estrelas frias e pouco luminosas às estrelas de temperaturas elevadas e muito luminosas. Para além desta faixa, existem outros três grupos de estrelas que correspondem às estrelas gigantes, às supergigantes, acima da sequência principal, e as anãs brancas, abaixo da sequência principal.

diagramaHR

Na sequência principal, onde está incluído o Sol, as estrelas produzem energia por fusão de Hidrogénio em Hélio. Nesta sequência as estrelas mais massivas, as gigantes azuis, situam-se à esquerda (maior temperatura) e acima (maior luminosidade), as estrelas de menor massa, as anãs vermelhas, encontram-se à direita e abaixo. Mais acima da sequência principal estão as gigantes e supergigantes. Apesar de terem a mesma temperatura de muitas estrelas da sequência principal, têm uma luminosidade muito maior. Esta facto deriva do enorme tamanho que apresentam, como o nome indica. São estrelas que após terem permanecido na sequência principal, onde gastaram nas reações de fusão a maior parte do hidrogénio, passaram para reações de fusão do hélio e um aumento substancial do raio, devido à expansão das capas mais exteriores. Abaixo da sequência principal, encontramos as anãs brancas. São o destino final de uma grande parte das estrelas. Durante esta fase, as estrelas tornam-se muito pequenas e densas.

Hipérion

 

hiperionHipérion é uma lua de Saturno que orbita a 1 481 100 km do planeta, com um período médio de 21 dias e raio pouco mais de 130 km.

Tem uma forma totalmente irregular, uma rotação caótica e uma órbita excêntrica que o torna muito sensível às forças gravitacionais de Saturno.

 

I

Interferometria

 

eso0111f

 Combinação da luz proveniente de diferentes recetores, como telescópios ou antenas de rádio, para obter uma imagem de maior resolução correspondente a um recetor de maior diâmetro.

Na prática, combinando dois detetores, obtém-se o equivalente a um recetor com o diâmetro da distância máxima entre os componentes.

Cada telescópio ou antena envolvido em interferometria observa o mesmo objeto astronómico e cada um capta alguma da radiação que é emitida. A radiação emitida por um objeto viaja através do espaço e da atmosfera da Terra e a sua chegada a cada um dosdetetores faz-se em momentos ligeiramente diferentes. Por isso, quando os raios são combinados, cada interferómetro tem que compensar estas minúsculas diferenças de tempo. As ondas rádio, por terem maiores comprimentos de onda, são mais fáceis de combinar, razão pela qual a interferometria rádio se desenvolveu muito antes da ótica.

Ionosfera

 

É a região da atmosfera terrestre que se estende de 50 km até algumas centenas de quilómetros de altitude.

Caracteriza-se pela presença de partículas carregadas ( iões e eletrões) resultantes da exposição aos raios cósmicos e à radiação solar.

atmosfera

J

Júpiter

 

jupiteranimÉ o maior dos planetas do Sistema solar, com um diâmetro de cerca de 143.000 km e massa 318 vezes a da Terra. Tem um período orbital de onze anos, do qual dista, em média, 780 milhões de quilómetros. É bem visível à vista desarmada com uma grandeza  de -2,5. 

A sua massa está próxima à das estrelas menores. Se fosse um pouco maior, o processo de fusão nuclear poderia ocorrer no seu interior e seria uma estrela.

Tal como os outros planetas jovianos (Júpiter, Saturno, Úrano e Neptuno), é composto basicamente por hidrogénio e hélio. Por isso, apesar de sua grande massa, são menos densos que os terrestres, não devem possuir superfície sólida, têm dezenas de satélites e todos exibem anéis.

Distância do Sol: 778 500 000 km
Massa: 317,8 M⊕
Raio: 69 911 km
Período orbital: 12 anos

K

Kuiper, Cintura de

 

A Cintura de Kuiper é uma região do Sistema Solar situada para além da órbita de Neptuno, entre cerca de 30 a 100 UA do Sol. Contém corpos menores gelados. É a origem dos cometas de curto período.

cinturao kuiper nuvem oort

L

Libração

 

Lunar LibrationMovimento de oscilação da Lua. Este efeito é provocado pelo facto da órbita não ser perfeitamente circular e apresentar uma inclinação axial de 5 graus.

Deste efeito decorre que pequenas porções da face dita oculta possam ser visíveis e que na realidade se possa observar da Terra 59% de sua superfície.

 

Lua

 

luaA Lua é o único satélite natural da Terra e o quinto maior do Sistema Solar. 

O intervalo de tempo que a Lua gasta para completar uma volta completa em torno do centro de massa do sistema Terra-Lua, em relação ao referencial das estrelas, é chamado de período sideral: 27 dias, 7 horas, 43 minutos e 12 segundos. Já, o intervalo de tempo entre duas fases iguais sucessivas (p. ex. duas fases cheias) é denominado período sinódico ou, simplesmente, lunação. Uma lunação dura 29 dias, 12 h, 44 min e 3 s.
Distância da Terra: 384 400 km
Raio: 1 737,1 km


M

Marte

 

marteMarte é o quarto planeta a partir do sol e é conhecido como o Planeta Vermelho. Ficou famoso pelas teorias que no início do século passado deram como certa a existência de uma civilização muito avançada de marcianos.

apresenta um relevo marcado por um número importante de crateras de  origem meteorítica e vulcânica, destacando-se o Monte Olimpo cuja cratera tem 600km de diâmetro e 25km de altitude. O planeta não possui uma atmosfera ténue (menos de 1% da pressão atmosférica normal na Terra).

Distância do Sol: 227 900 000 km
Raio: 3 389,5 km
Período orbital: 687 dias
Duração do dia: 1d 0h 37m
Luas: Fobos, Deimos

Meio-dia solar verdadeiro

 

meiodiaMomento em que o Sol passa pelo meridiano celeste local, isto é, a linha norte-zénite-sul, e atinge a sua altura máxima.

Um dia solar aparente é o intervalo entre duas passagens consecutivas do Sol pelo meridiano local (meio-dia). Devido à inclinação do eixo da Terra, e ao facto de a sua órbita ser elítica, a altura máxima do Sol varia ao longo do ano, e o mesmo acontece à duração do dia solar.

Mercúrio

 

mercurioMercúrio tem aproximadamente um terço do tamanho da Terra e é o planeta mais próximo do Sol. A temperatura na superfície do lado de Mercúrio mais perto do Sol chega a 427 º. No lado oposto, ou lado da noite, a temperatura desce a -182 ºC.  A superfície de Mercúrio foi moldada por três processos: crateras de impacto, vulcanismo  e atividade tectônica.

A sua órbita tem a maior excentricidade e o seu eixo apresenta a menor inclinação em relação ao plano da órbita entre todos os planetas do Sistema Solar.

Distância do Sol: 57 910 000 km
Período orbital: 88 dias
Duração do dia: 58d 15h 30m
Raio: 2 439,7 km
Massa: 0,055 M⊕

Mimas

 

MimasMimas é um dos grandes satélites de Saturno. Com 397,2 km de diâmetro e com um período orbital de de 0,94 dias.

A superfície está cravada de crateras, sobressaindo  no hemisfério a cratera Herschel, uma gigantesca depressão com um terço do diâmetro de Mimas. É a maior estrutura de impacto do sistema solar.

N

Nadir

 

zenitenadirÉ o ponto da esfera celeste que fica exatamente por baixo de nós, na direção perpendicular ao plano do horizonte.

Na mesma direção, mas no sentido oposto - isto é - precisamente por cima de nós - fica outro ponto imaginário, chamado Zénite.

 

 

O

Observatório de Raios-X Chandra

 

Observatório de raios-X Chandra da NASA foi lançado para o espaço em 1999 e tem ajudado a revolucionar a nossa compreensão do Universo graças à sua incomparável visão de raios-X.
As descobertas do Chandra tiveram impacto em praticamente todas as áreas da astrofísica. O Chandra esteve, por exemplo, envolvido numa prova direta da existência da matéria escura. Testemunhou poderosas erupções de buracos negros supermassivos. Foi também usado para mapear como se espalham os elementos essenciais à vida a partir de explosões de supernovas.

Oort, Nuvem de

 

Região aproximadamente esférica localizada a cerca de 50.000 UA do Sol, origem dos cometas de período longo e não periódicos.

Esta nuvem contém material que restou da formação de nosso sistema solar e foi proposta por Jan Heinrich Oort em 1950.

cinturao kuiper nuvem oort

P

Paralaxe

 

A paralaxe é da variação da direção de um astro devido à variação da posição do observador. Em Astronomia são relevantes as variações que resultam do movimento de rotação da Terra e do movimento de translação em torno do Sol. Assim, são considerados dois tipos de paralaxe: a paralaxe diurna ou geocêntrica e a paralaxe anual ou heliocêntrica.

paralaxe

Parsec

 

Unidade que representa a distância à qual uma estrela estaria para apresentar uma paralaxe de 1". Um parsec é igual a 3,26 anos-luz.

parsec

Periélio

 

É a posição de maior aproximação ao Sol de qualquer corpo na sua órbita. Oposto de afélio.

afelio2

Perigeu

 

orbita lua

Apogeu e perigeu designam a maior distância (apogeu) e a menor distância (perigeu) de um corpo celeste em relação ao planeta Terra.

 

Planeta

 

Em 2006 a 26.ª Assembleia Geral da União Astronómica Internacional aprovou a definição de planeta considerando dois tipos:

"Um planeta é um corpo celeste que está em órbita ao redor do Sol, que tem massa suficiente para ter gravidade própria para superar as forças rígidas de um corpo de modo que assuma uma forma equilibrada hidrostática - ou seja, esférica - e que definiu as imediações de sua órbita".

sistemasolar

"Um planeta anão é um corpo celeste que está em órbita ao redor do Sol, que tem suficiente massa para ter gravidade própria para superar as forças rígidas de um corpo de modo que assuma uma forma equilibrada hidrostática - ou seja, esférica -, mas que não definiu as imediações de sua órbita e que não é um satélite."

planetaanao

"Todos os demais objetos que orbitam ao redor do Sol são considerados coletivamente como 'corpos pequenos do Sistema Solar'".

Pulsar

 

pulsarO nome "pulsar" é oriundo da expressão inglesa "Pulsating Radio Source".

São estrelas de neutrões em rotação.

Esta rotação origina feixes de luz e impulsos rádio de duração média da ordem das poucas dezenas de milésimos de segundo e que se repetem em intervalos muito regulares.

Q

Quadrante

 

quadranteUm dos primeiros instrumento astronómicos utilizado na navegação.

Consiste em uma placa com o formato de um quarto de círculo, com uma linha de prumo suspensa a partir do ápice.

Foi utilizado para medir a altitude dos corpos celestes, em particular a estrela polar.

Quasar

 

 quasar

Galáxias ativas e muito distantes observadas pela primeira vez, através de radiotelescópios, no final da década de 50 do século passado. O termo Quasar é a abreviatura de fonte de rádio quase estelar (quasi-stellar radio source).

São, na realidade, núcleos galácticos hiperativos, muito pequenos e com uma enorme densidade, a milhares de milhões de anos-luz de distância.

R

Radiação de Fundo

 

planck cmb

É uma radiação térmica que banha todo o Universo, em todas as direções, de um modo quase uniforme e que tem um espetro térmico de corpo negro à temperatura de 2,725 K, com um pico na gama das microondas na frequência de 160,2 GHz. Acredita-se que esta radiação seja o resto da energia produzida pelo Big Bang. Foi descoberta por Gamow e Dicke e confirmada por Wilson e Penzias em 1965.

 

Radiotelescópio

 

radiotel

Instrumento constituído de uma antena e de um recetor que permite captar as ondas de rádio de origem cósmica. Os mais comuns são constituídos por uma ou um conjunto de antenas parabólicas de grandes dimensões.

 

S

Sequência Principal

 - Ver Hertzsprung-Russel, Diagrama .

Sol

 

sol

O Sol, como todas as estrelas, tem uma forma esférica e é sustentado pelo equilíbrio entre a sua própria gravidade e as forças geradas por reações nucleares que ocorrem no seu centro.

O Sol formou-se cerca de 4,57 mil milhões de anos atrás.
A distância da Terra ao Sol é de cerca de 150 milhões de quilómetros, ou 1 unidade astronômica (UA). Na verdade, esta distância varia durante o ano, de um mínimo de 147,1 milhões de quilómetros (0,9833 UA) no periélio a um máximo de 152,1 milhões de quilómetros (1,017 UA) no afélio.
A luz solar demora aproximadamente 8 minutos e 18 segundos para chegar à Terra.

Supernova

 

supernovaAs estrelas de maiores massas rapidamente esgotam a fusão de hidrogénio na seu centro e tornam-se Super-Gigantes vermelhas, com o um núcleo de hélio em fusão, rodeado por uma camada onde, ainda, se funde o hidrogênio. O núcleo vai-se contraíndo passando a fundir carbono e oxigénio,  rodeado por uma camada de fusão de hélio, e uma mais exterior, ainda, com hidrogénio em fusão. Nesta fase a estrela torna-se ainda mais luminosa, torna-se pulsante e ejeta grandes quantidades de gases. A fusão prossegue em camadas, sendo as mais centrais de elementos cada vez mais pesados. Quando se chega ao ferro, o núcleo  entra em colapso por causa de sua própria gravidade e começa a cair sobre si mesmo, a parte externa da estrela é expulsa violentamente para o espaço e gera uma violenta onda de choque. O núcleo continua a comprimir e torna-se muito denso em questões de minutos. Neste núcleo os prótõess e os eletrões fundem-se e formam neutrões originando uma estrela de neutrõess. Se a estrela for suficientemente grande (mais de trinta vezes a do Sol) então, a compressão da estrela continuará  e dará origem a um buraco negro.

T

Telescópio Espacial Hubble

 

É o primeiro grande telescópio óptico a ser colocado no espaço, acima da distorção da atmosfera, das nuvens e da poluição lumin

Colocado em órbita da Terra, em 1990, marcou avanços extraordinários ao longo de mais de 25 anos de operação. O principal elemento do telescópio Hubble é um espelho de 2,4 m de diâmetro. O Hubble está a mais de 500 km da superfície da Terra e possui um período de revolução de aproximadamente 95 minutos.

Telescópio Espacial Spitzer

 

Lançado em órbita solar em 25 de agosto de 2003, esse telescópio espacial representa a última missão do Programa de Grandes Observatórios (Great Observatories Program da NASA) ou seja, de uma família de quatro grandes telescópios espaciais, cada um observando o Universo sob um tipo diferente de luz ou de faixa de frequência. Os outros três são: o Telescópio Espacial Hubble (HST) de luz visível; o Observatório de Raios Gama Compton (CGRO) e o Observatório de Raios-X Chandra (CXO).

Tempo

 

O dia solar está baseado na ideia de que quando o Sol, no seu movimento aparente diurno de Este para Oeste, atinge o seu ponto mais alto na esfera celeste (isto é, quando cruza o meridiano) é meio-dia. O dia solar, tempo que decorre entre duas passagens meridianas consecutivas, varia ao longo do ano. Esta variação resulta da excentricidade da órbita da Terra (não é perfeitamente circular e portanto a velocidade da Terra é variável ao longo da órbita) e também da inclinação do eixo de rotação da Terra relativamente ao plano da sua órbita (Eclíptica). Como para o “tempo civil” é imperioso que a duração dos dias se mantenha constante, este baseia-se no movimento de um corpo fictício – o Sol Médio, que se move com uma velocidade angular constante e igual à velocidade média do Sol. Assim, as variações da duração do “dia solar” relativamente ao “dia médio” determinam diferenças entre o “tempo solar” e o ”tempo civil”. As diferenças não se acumulam ao longo dos anos, porque o "tempo civil" foi estabelecido de tal forma que durante um ciclo de 4 anos, com a inclusão de um ano bissexto, os tempos civil e solar se igualam praticamente (de facto é necessário um segundo ajuste retirando-se o ano bissexto aos anos terminais de cada século, excepto no caso do ano ser divisível por 400; assim, o ano 1900 não foi bissexto mas o de 2000 manteve-se bissexto por ser divisível por 400).

350px Equacao do tempo

O gráfico resulta da chamada equação do tempo, que representa a diferença entre o dia solar verdadeiro e o dia solar médio. Repare-se que entre o fim de Março e meados de Setembro, o Sol nunca está más de seis minutos “afastado” do tempo "tempo civil" e em Fevereiro e Outubro/Novembro a diferença ronda mais de 10 minutos.

 

Terminador

 

luaorbitaÉ a linha móvel de separação entre a parte iluminada e a parte escura de um corpo celeste, ou seja, a linha de separação entre o dia e a noite.

 

No caso da Lua, a iluminação rasante junto ao terminador permite observar com mais realce a estrutura das crateras e montanhas.

É, portanto, uma zona previligiada para a obtenção de imagens dessas estruturas.

 

U

Unidade Astronómica (ua)

 

A Unidade Astronómica (ua ou au) é utilizada essencialmente para distâncias no sistema solar e corresponde aproximadamente à distância média da Terra ao Sol. Em 2012, a União Astronómica Internacional definiu o seu valor: 1 ua = 149.597.870.700 m.

ua

Universo

 

universo

O conjunto de tudo o que existe. O Universo contém todo o espaço, tempo, energia e matéria.

 

Urano

 

venusÚrano é o sétimo planeta a partir do Sol, o terceiro maior e o quarto mais massivo.

Distância do Sol: 2 871 000 000 km
Período orbital: 84,32 anos
Duração do dia:  17 h 14 min 24 s
Raio: 25 559 km

V

Van Allen, cinturão de

 

São dois cinturões de radiação que envolvem a Terra. São constituídos por partículas carregadas de alta energia aprisionadas no campo magnético da Terra.

VanAllenBelts

Vento Solar

 

ventosolar

Do Sol (como das estrelas) escapa luz e matéria. Partículas atómicas carregadas e subpartículas como os neutrinos  são lançados para o exterior, ao longo das linhas do campo magnético, impulssionadas pela radiação  da estrela.

 

Vénus

 

venusVénus é o segundo planeta do Sistema Solar mais próximo do Sol. Para além do Sol e da Lua é o corpo celeste mais brilhante no céu, motivo pelo qual é conhecido desde a antiguidade.

Distância do Sol: 108 200 000 km
Período orbital: 225 dias
Duração do dia: 116d 18h 0m
Raio: 6 051,8 km

Z

Zénite

 

zenite

É o ponto da esfera celeste que fica exatamente por cima de nós, na direção perpendicular ao plano do horizonte. Na mesma direção, mas no sentido oposto - isto é - precisamente por baixo de nós - fica outro ponto imaginário, chamado Nadir.

 

Zodíaco

 

Conjunto de constelações que se encontram ao longo de uma faixa da esfera celeste que se extende, aproximadamente, por 9º em ambos os lados da eclíptica:
Peixes, Carneiro, Touro, Gémeos,Caranguejo, Leão, Virgem, Balança, Escorpião,Serpentário (ou Ofiuco), Capricórnio e Aquário. O Sol, a Lua e os planetas percorrem o zodíaco.

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